Calendário fenológico · CE 2018/848

Programa de fertilização biológica para estufa

Programa completo de fertilización ecológica para cultivo en invernadero, sobre los estadios BBCH. Bajo plástico no llueve: cada riego suma sales, así que el programa publica el cloruro medido de cada referencia.

Todos los productos listados están certificados CE 2018/848, NOP USDA y JAS — aptos para producción ecológica certificada

Calendário de aplicações por fase fenológica

Transplante e enraizamento

BBCH 09-13

Dose

PHOSMAX 20: 5-10 L/ha · TERRA HUMID: 3-5 L/ha · BOOST UNIVERSAL: 3-4 L/ha

Objetivo

Favorecer a emissão de raízes novas desde a primeira rega e reduzir o stress do transplante

Desenvolvimento vegetativo

BBCH 14-29

Dose

NITROTECH 2.5: 3-6 L/ha · MICRO PLUS 1-0-0: 0,5-2 L/ha por semana

Objetivo

Construir a estrutura foliar que sustentará toda a produção, com aporte semanal de micronutrientes

Pré-floração e indução floral

BBCH 51-59

Dose

PHOSMAX 20: 5-8 L/ha · CALCIUM 40: 5-6 L/ha

Objetivo

Cobrir a exigência de fósforo na diferenciação floral e iniciar o aporte contínuo de cálcio

Floração e vingamento

BBCH 61-69

Dose

CALCIUM 40: 5-6 L/ha · BOOST UNIVERSAL: 3-6 L/ha

Objetivo

Sustentar o cálcio na fase de máxima divisão celular do fruto, a que determina a firmeza

Engrossamento do fruto

BBCH 71-79

Dose

K-FLOW 20: 4-6 L/ha · CALCIUM 40: 5-6 L/ha

Objetivo

Fornecer o potássio do enchimento sem abandonar o cálcio, vigiando a condutividade da água de rega

Colheita escalonada

BBCH 81-89

Dose

K-FLOW 20: 4-6 L/ha · NITROTECH 2.5: 3-4 L/ha · MICRO PLUS 1-0-0: 0,5-2 L/ha por semana

Objetivo

Manter a planta a produzir durante os meses de corte sem desequilibrar a relação entre azoto e potássio

Fim de ciclo e descanso do solo

Poscosecha

Dose

TERRA HUMID: 3-5 L/ha · FULVEX 50S: 3 kg/ha · BOOST UNIVERSAL SALINITY: 2-4 L/ha

Objetivo

Repor matéria orgânica e baixar a condutividade deixada por um ciclo inteiro de fertirrigação sem chuva que lave

Programa completo

Descarregar o programa de fertilização Estufa

PDF com tabela BBCH completa, doses e fichas de produto

Solicitar programa em PDF

Perguntas frequentes sobre fertilização — Estufa

Porque importa mais o cloreto em estufa do que ao ar livre?

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Porque debaixo de plástico não chove. Ao ar livre, a chuva lava boa parte dos sais deixados pela fertirrigação; em estufa cada rega soma e o que entra fica no bolbo húmido. Por isso publicamos o cloreto medido de cada referência, por cromatografia iónica UNE-EN 10304-1 em laboratório acreditado ENAC, e não o declarado: PHOSMAX 20, CALCIUM 40 e BOOST UNIVERSAL estão abaixo do limite de deteção (menos de 0,05 % p/p), enquanto o K-FLOW 20 mede 3,23 %. Não significa que o K-FLOW 20 não se possa usar — o potássio do engrossamento tem de vir de algum lado — mas que é a referência do programa a planear vigiando a condutividade da água de rega.

Como se distribui o cálcio num ciclo longo de estufa?

+

De forma contínua, não em golpes. O cálcio move-se quase só pelo fluxo de transpiração e não se redistribui das folhas velhas para o fruto em formação, pelo que um aporte pontual chega tarde. No programa entra na pré-floração (BBCH 51-59) e mantém-se durante o vingamento e o engrossamento, que é quando o fruto divide células e fixa a sua firmeza definitiva. Em ciclos com colheita escalonada, cada novo vingamento precisa do seu cálcio.

O que se faz na estufa entre um ciclo e o seguinte?

+

Recuperar o solo, que é o que mais se descura. Um ciclo completo de fertirrigação sob plástico deixa matéria orgânica consumida e sais acumulados. O programa combina TERRA HUMID e FULVEX 50S para repor a fração húmica com BOOST UNIVERSAL SALINITY, cuja dose específica para solos salinos ou sódicos é de 5-10 L/ha. É a fase que decide com que ponto de partida arranca o ciclo seguinte.

Faz parte do programa de culturas Ecoganic

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