Fertilizantes orgânicos sem cloretos
O cloreto é um dos fatores que mais limitam a produção nas culturas de maior valor do arco mediterrânico. Acumula-se na folha, compete com o nitrato e eleva a condutividade do solo. Os fertilizantes e bioestimulantes da Ecoganic não aportam cloretos nem sódio, porque partem de microalgas de água doce cultivadas em biorreator e não de algas marinhas.
O que o cloreto faz à sua cultura
Acumula-se na folha
O cloreto move-se com o fluxo de transpiração e concentra-se nas margens foliares. O sintoma clássico é a necrose marginal, que reduz a área fotossintética antes de qualquer queda visível de produção.
Compete com o nitrato
Cloreto e nitrato competem pelos mesmos transportadores de aniões na raiz. Quanto mais cloreto na solução do solo, menos eficiente é cada unidade de azoto aplicada.
Eleva a condutividade elétrica
Cada aporte de cloreto eleva a CE da solução do solo. A cultura gasta mais energia para extrair a mesma água: é stress osmótico, e traduz-se em menor calibre.
O sódio que o acompanha degrada o solo
As fontes de cloreto costumam trazer sódio. O sódio dispersa as argilas, sela a porosidade e reduz a infiltração. O dano é cumulativo e demora campanhas a reverter.
Culturas onde o cloreto decide a margem
Nem todas as culturas respondem igual. Nestas, a sensibilidade ao cloreto e ao sódio é um fator agronómico de primeira ordem — e são também as de maior valor por hectare do arco mediterrânico.
O paradoxo do bioestimulante de algas marinhas
A grande maioria dos bioestimulantes de algas do mercado parte de espécies marinhas — Ascophyllum nodosum, Ecklonia maxima, kelp. Crescem em água do mar, e o seu extrato arrasta os sais desse meio.
Aplicado repetidamente por fertirrega numa cultura sensível à salinidade, isso significa aportar campanha após campanha justamente o ião que a limita. A Ecoganic parte de microalgas unicelulares de água doce — Chlorella vulgaris e Scenedesmus — cultivadas em biorreator controlado: composição constante lote a lote, sem sais marinhos, sem metais pesados.
Água doce contra marinha: o comparativoA gama sem cloretos
Evidência de campo
Ensaios próprios publicados, com testemunha, números e localização.
FAQ
Que diferença há entre «sem cloretos» e «baixo em cloretos»?
«Baixo em cloretos» admite um conteúdo residual que se acumula a cada aplicação. Os fertilizantes da Ecoganic não incorporam cloreto na sua formulação: o aporte por esta via é nulo, não reduzido.
Posso usar bioestimulantes de algas marinhas em abacate ou mirtilo?
Pode, mas convém saber o que se aporta. Os extratos de algas marinhas arrastam os sais do meio onde crescem. Em culturas sensíveis ao cloreto e ao sódio, com aplicação repetida por fertirrega, esse aporte soma-se ao da água de rega e ao restante programa de adubação.
São aptos para agricultura biológica certificada?
Sim. A gama está certificada ao abrigo do Regulamento (UE) 2018/848, do National Organic Program do USDA e da norma japonesa JAS, além de ECOCERT.
Como sei se a minha parcela tem problema de cloretos?
Os indicadores habituais são a necrose na margem da folha, a queda de calibre sem causa aparente e uma CE do extrato saturado acima do limiar da cultura. Uma análise foliar e uma da água de rega confirmam-no.
A sua cultura acumula cloreto?
Conte-nos a parcela, a água de rega e o programa atual. Um agrónomo avalia se compensa mudar de fonte.
Falar com um agrónomo